Como se vai dizendo por aí, é evidente que ‘não se podem ignorar os resultados do Chega’ nas Eleições Legislativas. Com os votos que recolheu, não é possível continuar a vê-lo como um pária a ser tratado sobranceiramente pelo ‘sistema’. Mais difícil é perceber o que fazer com eles, até porque ninguém sabe bem o que levou tanta gente a votar no partido, exceto o sentimento difuso de que algo não está bem no estado das coisas. Não serão estas duas colunas de jornal a oferecer a solução mágica, mas talvez possam adiantar qualquer coisa.
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A arma do Estreito de Ormuz tem limites. O Irão precisa tanto (ou mais) dele aberto como o mundo.
As constituições são, entre outras coisas, feitas para durar. Revê-las profundamente pode significar acabar com elas
Esta Constituição tem várias coisas a recomendá-la.
Pelo que se consegue perceber, os EUA acreditaram tanto no êxito do Plano A que não previram Plano B.
Tal como na França do século XVII, tudo é bastante complicado. História do livro nem sequer acaba bem.
A oportunidade é má, mas Passos talvez não tenha outra.
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