O dia em que a incontinência oral de Marcelo se viraria contra si mesmo era inevitável. Há quem fale em ‘dois marcelos’: um, o Presidente da República (PR) hiperactivo, logorreico e viciado em popularidade, o outro o PR ponderado e rigoroso no entendimento do seu papel constitucional. Infelizmente, o segundo é demasiado ocasional para criar um padrão. Com excepções, é um PR impreciso e precipitado. No final, fica sobretudo o primeiro. Bastam dois exemplos recentes.
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Esta Constituição tem várias coisas a recomendá-la.
Pelo que se consegue perceber, os EUA acreditaram tanto no êxito do Plano A que não previram Plano B.
Tal como na França do século XVII, tudo é bastante complicado. História do livro nem sequer acaba bem.
A oportunidade é má, mas Passos talvez não tenha outra.
É no comando das forças armadas que o presidente americano se torna o homem mais poderoso do mundo.
Trump ganhou porque os americanos estavam fartos de dogmatismos wokistas.
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