A DGS inaugurou uma campanha onde mostra Lisboa e outros locais invadidos por um vistoso vírus. Sobre estas imagens, a pergunta: ‘Se o pudesse ver... sairia de casa?’ A resposta, para a DGS, é não. ‘Fique em casa, salve vidas’. Mas até quando será tolerável manter o país em cativeiro? Até chegarmos aos 2 mil casos diários? E depois? Que faremos se os números começarem a subir com a reabertura? E se as novas variantes se revelarem mais contagiosas? E se as vacinas não forem suficientemente eficazes perante todas as mutações?
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Desafiar Passos Coelho para as eleições internas do PSD é outra forma de desconversar: transforma um problema de governação num ajuste de contas partidário.
Sempre que o Tio Sam se mete em aventuras militares contra regimes tirânicos, a esquerda doméstica começa o seu carrossel de histeria e lamúria.
Com todas as reservas que Trump me merece, espero que esta guerra, uma vez iniciada, traga pelo menos a libertação dos iranianos.
José Sócrates já tem novo advogado. É o quarto oficioso.
Passos Coelho funciona hoje como um governo-sombra informal: não governa, mas lembra semanalmente que alguém poderia fazer o jeito.
Depois de duas escolhas desastradas, o futuro do governo também depende de acertar à terceira.
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