Desde o início que tem sido assim: abrimos e fechamos consoante os casos – e consoante os humores da pátria. Sobre os casos, e comparando com os números do passado, já devíamos ter reaberto. Sobre os humores, os portugueses já reabriram. O que torna o próximo dia 15 de Março uma formalidade: o primeiro-ministro sabe que não é possível manter as restrições quando o povo vai abandonando as gaiolas sem passar contas ao vigário. Não é uma crítica.
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Desafiar Passos Coelho para as eleições internas do PSD é outra forma de desconversar: transforma um problema de governação num ajuste de contas partidário.
Sempre que o Tio Sam se mete em aventuras militares contra regimes tirânicos, a esquerda doméstica começa o seu carrossel de histeria e lamúria.
Com todas as reservas que Trump me merece, espero que esta guerra, uma vez iniciada, traga pelo menos a libertação dos iranianos.
José Sócrates já tem novo advogado. É o quarto oficioso.
Passos Coelho funciona hoje como um governo-sombra informal: não governa, mas lembra semanalmente que alguém poderia fazer o jeito.
Depois de duas escolhas desastradas, o futuro do governo também depende de acertar à terceira.
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