Há uma certa histeria no ar com as eleições em Espanha. O PP, provável vencedor, pode levar a direita radical para o poder? Pode. Mas é preciso relembrar, antes de começarem os achaques, que foi Pedro Sánchez quem encostou Núñez Feijóo à parede ao recusar o ‘pacto de regime’ que o líder dos populares lhe propôs. Segundo esse pacto, o partido perdedor viabilizaria o governo minoritário do partido vencedor, evitando casamentos com os extremos. Entre nós, tenho a certeza que o PS jamais faria tal coisa se o PSD viesse com a mesma conversa. Aliás, se bem conheço o dr. Costa, já o estou a ver, raladíssimo com o fascismo de ‘nuestros hermanos’, a redigir pelo próprio punho esse documento salvífico para afastar o dr. Montenegro das más companhias. As nossas eleições ainda vêm longe, mas adiantar serviço nunca fez mal a ninguém.
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O estilo lúdico de Marcelo é o melhor de Marcelo: num país ‘engravatado todo o ano e a assoar-se na gravata por engano’, terei saudades deste jogral.
Desafiar Passos Coelho para as eleições internas do PSD é outra forma de desconversar: transforma um problema de governação num ajuste de contas partidário.
Sempre que o Tio Sam se mete em aventuras militares contra regimes tirânicos, a esquerda doméstica começa o seu carrossel de histeria e lamúria.
Com todas as reservas que Trump me merece, espero que esta guerra, uma vez iniciada, traga pelo menos a libertação dos iranianos.
José Sócrates já tem novo advogado. É o quarto oficioso.
Passos Coelho funciona hoje como um governo-sombra informal: não governa, mas lembra semanalmente que alguém poderia fazer o jeito.
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