Millôr Fernandes tinha razão: ‘Quando uma ideologia fica bem velhinha, ela vem morar no Brasil.’ É só trocar Brasil por Portugal. Em 2020, quando um cidadão (negro) foi assassinado por um polícia (branco) nos EUA, a esquerda progressista exigiu cortes no financiamento da polícia e zonas urbanas sem a sua presença. Estranhamente, a criminalidade aumentou nesses territórios sem lei. A vitória de Trump, quatro anos depois, também se explica pela falência do ‘wokismo’ como ideologia política.
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O PS tem aqui uma oportunidade única para fazer prova de vida contra o governo.
A saída de Rita Rato da direcção do Museu do Aljube é a discussão errada. A discussão certa seria saber como foi que Rita Rato lá entrou.
Ainda teremos saudades da velha teocracia iraniana.
O estilo lúdico de Marcelo é o melhor de Marcelo: num país ‘engravatado todo o ano e a assoar-se na gravata por engano’, terei saudades deste jogral.
Desafiar Passos Coelho para as eleições internas do PSD é outra forma de desconversar: transforma um problema de governação num ajuste de contas partidário.
Sempre que o Tio Sam se mete em aventuras militares contra regimes tirânicos, a esquerda doméstica começa o seu carrossel de histeria e lamúria.
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