O massacre do Hamas aconteceu há dois anos - e Faraj al-Shamie, médico muçulmano perfeitamente integrado em Inglaterra, festejou na internet os ‘heróis’ palestinianos. Não foi caso único: em várias capitais europeias, manifestações ‘pacíficas’ saíram à rua, antes mesmo de Israel invadir Gaza, com um pedido humanitário: ‘Globalizem a intifada!’. Que significa ‘globalizar’ a ‘intifada’? Eu explico: fazer aos judeus da Europa o que os terroristas fizeram aos judeus de Israel. Dito e feito: em Manchester, um jovem de nome promissor (Jihad) matou dois judeus numa sinagoga. O pai, horrorizado, repudiou o crime. Mas os jornais britânicos descobriram os festejos a que ele se entregara após o massacre de 2023. Bons exemplos fazem bons filhos. E Jihad al-Shamie teve vários pais e várias mães a educá-lo no ódio e na matança.
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