Um hospital em Gaza explodiu, morreram 500 palestinianos, a culpa foi de Israel. Eis, em resumo, o filme desta semana. Podia ter sido de outra forma? Podia. Se o ódio a Israel não fosse mais forte do que a verdade e a decência. Que o diga a líder do Bloco de Esquerda, que despejou na internet a propaganda do Hamas para jamais a corrigir. Mesmo quando, nas horas seguintes, o filme já parecia outro. Não terá sido Israel. Não foram 500 pessoas. Os autores do crime podem ter sido os próprios terroristas. Na guerra em curso, e sabendo-se que o Hamas usa os civis como escudos humanos, uma tragédia deste tipo pode acontecer por ação israelita. Mas a histeria inicial e o silêncio posterior, como se vê em Mariana Mortágua, revela bem a natureza do fanatismo: as vítimas só são vítimas quando têm os carrascos certos.
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A saída de Rita Rato da direcção do Museu do Aljube é a discussão errada. A discussão certa seria saber como foi que Rita Rato lá entrou.
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O estilo lúdico de Marcelo é o melhor de Marcelo: num país ‘engravatado todo o ano e a assoar-se na gravata por engano’, terei saudades deste jogral.
Desafiar Passos Coelho para as eleições internas do PSD é outra forma de desconversar: transforma um problema de governação num ajuste de contas partidário.
Sempre que o Tio Sam se mete em aventuras militares contra regimes tirânicos, a esquerda doméstica começa o seu carrossel de histeria e lamúria.
Com todas as reservas que Trump me merece, espero que esta guerra, uma vez iniciada, traga pelo menos a libertação dos iranianos.
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