Paris acabou com as trotinetes. Será que Lisboa seguirá os bons exemplos? Espero que sim. Aviso já que nada tenho contra a teoria das trotinetes. O meu problema é com a prática, ou seja, com os condutores das ditas e a falsa virtude que exalam. Parece que os estou a ver: montados sobre o aparelho com aqueles ares de soberba que os fanáticos do ambiente acabam sempre por adquirir. Como se a humanidade circundante fosse uma ralé manhosa que só por caridade partilha as mesmas ruas e estradas. O perigo das trotinetes não está nos acidentes que provocam; está nos instintos homicidas que despertam entre peões ou automobilistas.
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