Ironias da história: em 2015, o PS teve uma derrota com sabor a vitória. No próximo domingo, os termos invertem-se. Sim, a vitória não parece estar em causa. Mas está em causa o sabor dessa vitória, que será amargo.
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Foi preciso muito detergente, nas revisões posteriores, para limpar estas manchas.
Ninguém pedia que a Europa marchasse com Israel e os EUA para o Irão.
Basta uma temporada longe do poder para que a desafinação se instale.
Pedro Passos Coelho quer reformas – e empurra o governo para os braços do Chega.
O PS já percebeu que pode esticar a corda sem risco e ameaça ‘rupturas’ dramáticas se não lhe reservarem um lugar no Tribunal Constitucional.
É só o fim das certezas fáceis.
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