Donald Trump ia acabar com a guerra na Ucrânia em 24 horas. Depois, em 24 dias. Agora, talvez em 24 meses. Comecemos a rezar para não ser em 24 anos. E, no entanto, era fácil fazê-lo em 24 minutos: bastaria garantir apoio militar total à Ucrânia e sanções secundárias pesadas para quem ainda negoceia com a Rússia. Só a derrota assusta Moscovo. Não foi esse o caminho. E, não tendo sido, Putin tem poucos incentivos para parar uma guerra que ele acredita estar a vencer. Mesmo a oferta da totalidade do Donbass e a exclusão da Ucrânia da NATO lhe parecem pouco. Putin quer a submissão total da Ucrânia - uma espécie de Bielorrússia 2.0 - e nunca a sobrevivência do país como entidade independente, soberana e, pormenor importante, alinhada com o Ocidente.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
Uso generalizado da IA estaria a transformar os alunos em ‘cretinos digitais’ e a corromper o ensino.
Os aliados riam-se da petulância e continuavam a viver à sombra da bananeira americana.
Luís Montenegro vai a votos no domingo. Não é gralha. Um partido - qualquer partido - tem sempre o seu candidato presidencial.
Um restaurante israelita, o Tantura, foi obrigado a fechar em Lisboa depois de ameaças, boicotes e vandalismo anti-semita.
Os tempos são outros e os candidatos também: se o povo não basta, talvez os fantasmas ocupem o lugar.
Os EUA removeram Nicolás Maduro, mas não o regime.
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos