Luís Tomé
Professor Catedrático de Relações InternacionaisDepois de, há uma semana, a Primeira-ministra japonesa Sanae Takaichi ter afirmado, no Parlamento japonês, que o Japão poderá responder militarmente no caso da China usar a força contra Taiwan, Pequim escalou as suas ameaças visando, não apenas Taiwan, mas também um outro alvo da “unificação” da China: as ilhas japonesas Senkaku. Além de aconselhar os cidadãos chineses a não viajar para o Japão e os 125.000 estudantes chineses no Japão a “reconsiderarem cuidadosamente” permanecer naquele país devido ao “ambiente de segurança instável”, Pequim exige que Tóquio se retrate e reconheça Taiwan como “parte inalienável do território da RPChina”, sob pena de tomar “medidas apropriadas”. Paralelamente, enviou a sua guarda costeira para as águas das ilhas Senkaku, administradas pelo Japão e reivindicadas pela China como “suas” ilhas Diaoyu que considera “adjacentes de Taiwan”, bem como navios e aeronaves militares para a área entre Taiwan e aquelas ilhas. Taiwan foi colónia do Japão entre 1895 e 1945 e é “protegida” pelos EUA, enquanto as ilhas Senkaku são consideradas pelos americanos como território japonês abrangido pela Aliança EUA-Japão.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
Trump tem razão numa coisa: agora é um "problema de todos".
Trump ainda não conseguiu explicar porquê nem o objetivo da guerra.
Irão optou por retaliar com tudo o que tem durante o tempo que puder.
A Rússia não conseguiu vergar a Ucrânia nem derrubar o Presidente Zelensky
Mais do que palavras, a resposta europeia exige reformas.
EUA e Rússia possuem em conjunto mais de 90% das armas nucleares
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos