page view
Tânia Laranjo

Tânia Laranjo

Jornalista

Afonso Camões

04 de dezembro de 2025 às 00:30

Era ouvir Afonso Camões nas escutas do processo Marquês e quase imaginar um estratego de tabuleiro a anunciar-se “joker em qualquer posição”. Logo depois, como por artes mágicas ou méritos insondáveis, lá surgiu coroado diretor do JN, o maior jornal do Porto, onde tanta gente séria suou tinta verdadeira e onde me orgulho ter trabalhado uma década. E agora, ouvir lições de jornalismo dadas com a altivez de quem jura que “um general prussiano não se amotina” só dá vontade de perguntar quem, afinal, comandava quem. Gouveia e Melo pode indignar-se com o país, mas talvez devesse começar por estudar o passado dos seus próprios arautos. Porque diabolizar Sócrates é fácil; mais difícil é explicar por que razão tantos dos seus “generais” marcharam em cargos de prestígio, no tempo do seu novo apoiante. Não sou eu que o digo, é Afonso Camões. Eu apenas relembro.

Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?

Envie para geral@cmjornal.pt

Logo CM

Newsletter - Exclusivos

As suas notícias acompanhadas ao detalhe.

Sócrates e a impunidade

Diz-se doente, mas nunca demasiado para dar entrevistas. Renuncia, mas não sem antes atacar a advogada nomeada pelo tribunal.

Candidato Seguro ganhou

Convém não perder de vista o essencial - Ventura saiu vencedor no domingo e o seu objetivo é chegar a primeiro-ministro.

Negligência governamental

Em Portugal diz-se que é o fado, mas esta degradação do Serviço Nacional de Saúde não é destino, não é azar, nem fatalidade: é política pública.

Sondagens

E, no fim, todos dirão que as sondagens falharam - menos as que acertaram.

O Correio da Manhã para quem quer MAIS

Icon sem limites

Sem
Limites

Icon Sem pop ups

Sem
POP-UPS

icon ofertas e descontos

Ofertas e
Descontos

Mais Lidas

Ouça a Correio da Manhã Rádio nas frequências - Lisboa 90.4 // Porto 94.8