Era ouvir Afonso Camões nas escutas do processo Marquês e quase imaginar um estratego de tabuleiro a anunciar-se “joker em qualquer posição”. Logo depois, como por artes mágicas ou méritos insondáveis, lá surgiu coroado diretor do JN, o maior jornal do Porto, onde tanta gente séria suou tinta verdadeira e onde me orgulho ter trabalhado uma década. E agora, ouvir lições de jornalismo dadas com a altivez de quem jura que “um general prussiano não se amotina” só dá vontade de perguntar quem, afinal, comandava quem. Gouveia e Melo pode indignar-se com o país, mas talvez devesse começar por estudar o passado dos seus próprios arautos. Porque diabolizar Sócrates é fácil; mais difícil é explicar por que razão tantos dos seus “generais” marcharam em cargos de prestígio, no tempo do seu novo apoiante. Não sou eu que o digo, é Afonso Camões. Eu apenas relembro.
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Diz-se doente, mas nunca demasiado para dar entrevistas. Renuncia, mas não sem antes atacar a advogada nomeada pelo tribunal.
Tudo fará para anexar a Gronelândia.
Convém não perder de vista o essencial - Ventura saiu vencedor no domingo e o seu objetivo é chegar a primeiro-ministro.
Em Portugal diz-se que é o fado, mas esta degradação do Serviço Nacional de Saúde não é destino, não é azar, nem fatalidade: é política pública.
Agora, se tudo não passar de uma farsa, a sensação de impunidade será ainda mais destruidora.
E, no fim, todos dirão que as sondagens falharam - menos as que acertaram.
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