Lara foi vítima de um crime bárbaro cometido pela irmã perturbada que vivia num mundo povoado de monstros. Lara é a primeira vítima, mas a assassina provavelmente também o é.
Nunca tiveram oportunidades, num palheiro onde nunca esteve a mãe e foram criadas pelo pai alcoólico. E onde também nunca esteve a Comissão de Proteção de Menores que abriu e fechou o caso destas jovens como se alguma vez pudessem ter futuro.
Mais uma vez falhou tudo. B. era uma bomba-relógio e explodiu. Lara morreu. Mãe e pai vão agora chorar no funeral. E as comissões vão continuar a não acompanhar os menores. Voltaremos a falar delas quando houver outra Lara. Ou outras Laras.
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Quando o acessório passa a valer mais do que o essencial, perde-se o sentido das prioridades.