A tentação de dividir a violência em ‘boa’ e ‘má’ é um dos vícios mais perigosos da vida pública. Em nome de causas que se julgam justas, há quem tolere o intolerável: agressões, intimidação, ataques cobardes. Mas a régua do Estado de direito não pode encolher nem esticar conforme a cor da bandeira. Quem atira um cocktail molotov contra famílias e bebés não é “militante”, é criminoso. E quem agride em manifestações, sejam do 25 de Abril ou pró-vida, não é “ativista exaltado”, é violento.
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Em nome de causas que se julgam justas, há quem tolere o intolerável.
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