Sempre pautei a minha vida pela urgência de ir ao encontro dos outros, de servir, de conseguir que à minha volta, as pessoas se sentissem felizes. Até cheguei a confessar, numa entrevista, que em criança, sonhava ser palhaço para fazer rir os outros. Mais tarde, iniciei o que alguns chamam a minha carreira política… na verdade, foi apenas o meu desejo real de servir, enquanto autarca.
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O nosso tão amado santuário de Fátima é testemunha de tantas lágrimas, de tantos milagres e promessas cumpridas.
Ao olhar para trás, percebo como o retiro desta Quaresma me deu oportunidade e tempo para rezar por todos...
As grandes festas precisam sempre de um tempo de preparação.
Quem mais sofre é sempre quem vive numa situação de maior fragilidade, isto é, os mais velhos, os mais pobres, os que vivem mais isolados.
Que sejamos capazes de superar os números da abstenção esperados e exercer o nosso direito de cidadãos.
Não sei quanta coragem vai ser necessária para recomeçar, para seguir em frente.
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