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Correio da Manhã

Mundo
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EUA anunciam novas sanções ao regime de Maduro

Grupo de Lima mantém foco na pressão económica ao Executivo.
Ricardo Ramos 26 de Fevereiro de 2019 às 01:30
Violência de sábado gerou condenação contra o regime de Maduro
Manifestantes venezuelanos em confrontos com membros do Exército junto à fronteira com o Brasil
Manifestantes venezuelanos em confrontos com membros do Exército junto à fronteira com o Brasil
Manifestantes venezuelanos em confrontos com membros do Exército junto à fronteira com o Brasil
Manifestantes venezuelanos em confrontos com membros do Exército junto à fronteira com o Brasil
Manifestantes venezuelanos em confrontos com membros do Exército junto à fronteira com o Brasil
Violência de sábado gerou condenação contra o regime de Maduro
Manifestantes venezuelanos em confrontos com membros do Exército junto à fronteira com o Brasil
Manifestantes venezuelanos em confrontos com membros do Exército junto à fronteira com o Brasil
Manifestantes venezuelanos em confrontos com membros do Exército junto à fronteira com o Brasil
Manifestantes venezuelanos em confrontos com membros do Exército junto à fronteira com o Brasil
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Violência de sábado gerou condenação contra o regime de Maduro
Manifestantes venezuelanos em confrontos com membros do Exército junto à fronteira com o Brasil
Manifestantes venezuelanos em confrontos com membros do Exército junto à fronteira com o Brasil
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Manifestantes venezuelanos em confrontos com membros do Exército junto à fronteira com o Brasil
Manifestantes venezuelanos em confrontos com membros do Exército junto à fronteira com o Brasil
Os EUA anunciaram esta segunda-feira novas sanções contra a Venezuela e exortaram as potências regionais a reforçarem o cerco económico ao regime de Maduro, mas a garantia do vice-presidente Mike Pence de que "todas as opções estão em cima da mesa" não teve eco na reunião do Grupo de Lima, onde se sucederam os apelos a uma resolução pacífica da crise.

A reunião em Bogotá, Colômbia, era aguardada com expectativa depois de o líder da oposição venezuelana, Juan Guaidó, ter apelado aos aliados para "manterem todas as opções em aberto", deixando entender que admitia uma possível intervenção militar para derrubar Maduro.

No entanto, os países do Grupo de Lima reiteraram a sua oposição a um envolvimento direto na Venezuela, com o vice-PR, Hamilton Mourão, a afirmar que é possível resolver a crise "sem qualquer medida extrema que nos confunda com aquelas nações que foram julgadas pela História como agressoras, invasoras e violadoras das soberanias nacionais".

Garantiu ainda que o Brasil "não permitirá que algum país (leia-se os EUA) use o seu território como base para atacar a Venezuela".

As novas sanções dos EUA visam quatro governadores próximos de Maduro. O vice-presidente dos EUA exortou ainda os aliados regionais a congelarem os ativos da petrolífera venezuelana PDVSA e a transferirem-nos para o controlo de Guaidó.

Militares desertores temem pelas famílias
Alguns dos militares que desertaram durante os confrontos de sábado disseram ontem que temem pelas famílias que ficaram na Venezuela e podem ser alvo de retaliações do regime. "Temo pela minha filha, não sei o que lhe podem fazer", disse uma militar.

Os desertores dizem que o descontentamento é geral entre os praças, mas os comandantes continuam leais a Maduro. "Não podíamos disparar sobre o nosso povo", dizem.

PORMENORES 
PR pede solução "pacífica"
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, que ontem recebeu o homólogo peruano Martín Vizcarra, disse que Portugal e Peru concordam que a crise "deve ser resolvida de forma pacífica" e rejeitam uma intervenção militar.

Pressão internacional
O ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva, considerou que uma intervenção militar externa "só agravaria o problema" na Venezuela e defendeu a "continuação da pressão política e diplomática internacional".
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