Eu ia a caminho do trabalho (um vício tolo do qual ainda não me consegui desabituar) quando um amigo me avisa: "Olha que a Joana Marques gozou contigo!" Mesmo antes de saber quão séria era a troça (foi fofinha, vi depois), decidi escrever: "Vou pôr um processo à Joana Marques. Brincar sim, ofender não." Quem já me conhecia de ginjeira topou logo que eu estava a brincar. O pior é que muita gente acreditou. E achou que era credível eu pôr um processo assim do pé para a mão, por uma qualquer terrível ofensa à autoestima, ainda por cima à Joana. Nota: posso um dia processar alguém, mas que seja por assuntos graves. Fora isso, carapaça que isso passa. Já tive gente a desejar-me horrores, mas mesmo dessas vezes não liguei, sentindo que era mais fúria de momento do que fria ameaça. Acredito que geralmente, passada a pequena febre, as pessoas caem em si. E sei que outros, Joana inclusive, são diariamente alvo de coisas piores. Ricardo Araújo Pereira até já teve segurança à porta, por ameaças à família. Agora piadas? Por amor da santa.
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