O programa Erasmus foi criado em 1987, primeiro no papel, depois na prática, para promover o intercâmbio de estudantes universitários na Europa. Há quem diga que é uma espécie de viagem de finalistas, só que em vez de os jovens ficarem em bando com os colegas de sempre, são desterrados para outro país, onde têm de aprender a lidar com quem fala línguas estranhas e tem comportamentos exóticos. Mas o Erasmus dura mais tempo que a viagem de finalistas. Dura seis meses, um ano. Talvez a vida toda. É uma viagem de começo, não de fim. E eu, vá lá saber-se porquê, prefiro as viagens de começo às de fim.
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