José Sócrates (JS) foi primeiro-ministro há quase vinte anos, governou apenas seis. Mas as suas políticas delapidaram as Finanças públicas por uma geração. É JS o verdadeiro pai da nossa colossal dívida pública, que até hoje pagamos. JS nacionalizou um banco falido, o BPN - assumindo prejuízos de sete mil milhões -, deixando intacto o património dos donos do banco. JS celebrou os contratos ruinosos das PPP rodoviárias, garantindo (por mais de trinta anos) aos privados taxas de rentabilidade de 14% e mais, quando as taxas estavam perto de zero. Este crime repetiu-se em 21 autoestradas. Foi ainda JS que celebrou os contratos de energias renováveis (eólica e fotovoltaica) que permitiram aos privados vender energia a preços sete vezes superiores aos do mercado, assumindo o Sistema Eléctrico português o défice tarifário, que hoje todos pagamos nas contas da electricidade. Por estas e outras, Sócrates não pode ser esquecido. Nem perdoado.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
Portugal está obrigado a aplicar a directiva a partir de 7 de maio.
É preciso mais seriedade nas obras públicas.
O TC é um Tribunal de partidos, está descredibilizado, deveria ser extinto.
A Constituição consagrou a liberdade de expressão como direito fundamental
Férias de Páscoa. Para muitos milhares de estudantes do 12.º ano, a pausa é sinónima de viagem de finalistas.
Acabe-se com a impunidade. A Justiça tem de deter Salgado.
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos