Os fenómenos de miséria extrema têm vindo a agravar-se, em particular nas cidades. O número de pessoas sem-abrigo duplicou em cinco anos, sendo já mais de 13000 os que, fruto de múltiplas causas – que vão da toxicodependência e alcoolismo aos despejos de habitações – estão nesta condição. Mas nem só os sem abrigo estão em situação de exclusão. Mulheres vítimas de violência doméstica vivem em pânico, milhares de crianças estão à mercê de maus-tratos. Só num ano, foram mil os casos de violência contra menores. Face à gravidade da situação, impõe-se a criação imediata duma resposta sistémica, um INEM social. Que, como o INEM quando chamado a um acidente, resgate cidadãos em situação de emergência. Para cada “paciente social” deve ser concebido um programa de recuperação e um projecto de vida. E - atenção! – todos têm direito a apoio, independentemente da responsabilidade que tenham na sua situação (num acidente automóvel, o INEM também socorre quem teve a culpa do acidente).
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Face a todas estas aberrações, é frustrante a inoperância do Estado.
São trabalhos hercúleos, mas a oportunidade é única.
A saúde mental é hoje uma das principais causas de absentismo.
Ministro da Administração Interna deve extinguir os serviços 'gratificados'
Para o Chega, quanto pior, melhor. Grita, mas não quer que a corrupção acabe, pois é desta que se alimenta o seu populismo.
Escolas básicas em Portugal estão muito aquém do que os cidadãos necessitam para a sua formação completa.
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