Recordo com alguma melancolia as velhas estradas do Minho: estreitas, curvilíneas, de empedrado, com rectas excepcionais, passando por florestas de pinheiros e servindo de observatório do litoral. Mas, em chegando Abril, que é o mês mais cruel, as mimosas despontavam como uma ameaça de frivolidade nessa paisagem serena, boa para velhos que festejam os primeiros raios de sol que anunciam a perpetuação da espécie. Colorindo as colinas daqui até ao Gerês, atravessando as serras e dançando ao sabor do vento na velha estrada para Viana, as mimosas interrompiam aquela ditadura dos pinhais e dos densos arvoredos que tinham sobrevivido ao Inverno.
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Não gostava do Generalíssimo como não gostava do dr. Salazar, o que várias vezes se apresentou ser um problema para a família
A olhar o nevoeiro entre as agulhas dos pinhais.
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Aguardam que o Professor Marcelo regresse ao “comentário político” enquanto o Dr. Seguro arruma o Palácio de Belém.
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O Tio Alberto gostava de café “con unas gotitas” e tomava-o nessas peregrinações plebeias pela Galiza.
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