A cena é memorável: o escritório de Philip Marlowe, o detetive criado por Raymond Chandler (interpretado por James Garner), é totalmente despedaçado a golpes de ‘kung fu’. Foi a primeira vez que Bruce Lee apareceu nos ecrãs de Hollywood, como destruidor. O resto, sabemos: dois anos depois é ele a estrela principal de um filme rodado em Hong Kong, ‘Big Boss’, a que se seguem ‘A Fúria do Dragão’, ‘O Jogo da Morte’ e ‘O Dragão Ataca’ – os meus amigos, que entretanto se tinham inscrito em cursos de artes marciais, imitavam os golpes de Bruce Lee em cenas de grande exibicionismo.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
Somos dos países mais seguros. Porquê? Porque somos dos mais subdesenvolvidos.
As superpotências estão mais frágeis e os conflitos mais imprevisíveis.
Todos estão insatisfeitos, preocupados, escandalizados ou em torpor profundo.
Na literatura, por exemplo, é muito raro encontrar novos autores que não estejam marcados pelo ferrete da vitimização e da queixinha.
Retratista único, Goya é um dos génios de Espanha e da Europa.
Trump, afinal, pode ser contrariado. O seu poder tem limites.
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos