A preocupação com a linguagem a utilizar na nossa vida de todos os dias transformou-se numa obsessão comandada por uma elite esquerdista, saída da universidade (ou sustentada por ela), geralmente rica ou de classe alta, que vive a patrulhar e vigiar os outros. Qualquer desvio é visto como ofensa - e há grupos especialmente ofendidos. As crianças, por exemplo. Não porque haja um genuíno interesse por elas mas porque, no seu afã de engenharia social, as veem como seres que é necessário fabricar como um pudim: dentro da forma. Isso não explica por que razão, em Inglaterra, as crianças não podem ver sozinhas filmes como ‘Bambi’, ‘Dumbo’, ‘Mary Poppins’ ou ‘Peter Pan’ - os tolinhos classificaram-nos como "uma ameaça". Por causa de uma palavra, um diálogo, um riso, um atropelo. A versão oficial é que "a linguagem ou comportamentos discriminatórios nesses filmes podem causar angústia" sem que as crianças "percebam como foram ofendidas". De facto, os anos futuros vão ser um problema; mas os atuais não estão melhor.
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