A beleza é um sopro. Foi sempre. Ainda me lembro de Eduardo Prado Coelho (EPC) dizer que um dos seus sonhos era ter casado com Jacqueline Bisset e ser diretor da ‘Nouvel Observateur’. Na época compreendíamos bem a confissão. Bisset (tal como Jane Birkin - comecei a ser adolescente por causa de Jane Birkin) iluminava os ecrãs do cinema com a beleza de ‘A Noite Americana’, de François Truffaut, no ‘Crime do Expresso Oriente’, de Sidney Lumet, em ‘Debaixo do Vulcão’ (com Albert Finney, que papelaço), de John Huston, ou em ‘Ricas e Famosas’ (com Candice Bergen), para não falar de ‘The End of the Game’. Mas não tem importância a lista dos seus filmes e aparições, peço desculpa (até porque me lembro de ‘Segredos’). Mais tarde, EPC diria que não era bem o sonho de casar com ela, mas "o desejo do tempo em que queria casar com Jacqueline Bisset". Bem podia procurar desculpas. Jacqueline Bisset, que hoje completa 80 anos e merece ser lembrada, nunca casou ao longo da vida.
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