Não tendo nada a dizer sobre a música de Marco Paulo, é justo lembrar que se trata de um símbolo nacional. Devemos-lhe, entre outras coisas, ter libertado a ‘canção ligeira’ do estigma da vulgaridade; não porque deixasse de o ser mas porque - depois das grandes vozes de ouro dos anos 50, 60 e 70 (Tony de Matos e Francisco José, os grandes ‘crooners’, ou João Maria Tudela e Madalena Iglésias ou Simone) - lhe inventou uma dignidade.
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