Agora que já nos indignámos e gastámos os sinónimos de ‘sevandija’ para Trump, é preciso cinismo, procurar uma saída prática, olhar os mapas e ler os clássicos de História. A corte de Moscovo festeja porque sabe como são os europeus de agora: heroicos, solidários, emotivos, com bons teclados - se os tanques russos passarem pela velha Konigsberg, haverá desfiles nas grandes cidades (o BE e o PCP farão uma manif “pela paz”), além de memoriais com velas, tulipas e malmequeres.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
Somos dos países mais seguros. Porquê? Porque somos dos mais subdesenvolvidos.
As superpotências estão mais frágeis e os conflitos mais imprevisíveis.
Todos estão insatisfeitos, preocupados, escandalizados ou em torpor profundo.
Na literatura, por exemplo, é muito raro encontrar novos autores que não estejam marcados pelo ferrete da vitimização e da queixinha.
Retratista único, Goya é um dos génios de Espanha e da Europa.
Trump, afinal, pode ser contrariado. O seu poder tem limites.
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos