Na semana passada, no CM, Sónia Dias já escreveu o essencial sobre a nova versão da ‘Branca de Neve’ que a Disney estreia nos cinemas. Que tenham escolhido uma atriz de pele mais escura é um preconceito racial e uma forma de tolice. Eliminar o príncipe amaneirado para que a Branca de Neve pareça mais feminista é uma fanfarronada que, no fundo, ofende as mulheres. Produzir uma ‘Branca de Neve e os Sete Anões’ em que os anões são desenhados por computador para não causar problemas de ‘representatividade’ é uma sublime macacada. Desde a década de 80 do século passado que a indústria do cinema, embalada por fundos milionários, obcecada com questões de género e orientação sexual, vende causas fáceis a consumidores passivos e a ativistas desejosos de se sentirem bem com a sua consciência. Em tempos de cultura woke, as grandes corporações pensam simples e direto: vamos dar-lhes diversidade, inclusão, anticolonialismo, pokémons trans - e os consumidores comem isso sem problema.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
Somos dos países mais seguros. Porquê? Porque somos dos mais subdesenvolvidos.
As superpotências estão mais frágeis e os conflitos mais imprevisíveis.
Todos estão insatisfeitos, preocupados, escandalizados ou em torpor profundo.
Na literatura, por exemplo, é muito raro encontrar novos autores que não estejam marcados pelo ferrete da vitimização e da queixinha.
Retratista único, Goya é um dos génios de Espanha e da Europa.
Trump, afinal, pode ser contrariado. O seu poder tem limites.
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos