A Amnistia Internacional, uma organização que se dedicava a combater a violação e os abusos de direitos humanos, acha que as câmaras de Loures e da Amadora podem ter incorrido em violações desses direitos no assunto dramático das demolições de barracas ilegais. O mesmo pensam o Porta a Porta, o Causa Justa, o Dr. Prata Roque e uma série de ativistas generosos ou ex-governantes, chocados com os acontecimentos de Loures. Compreendo-os – e repito (escrevi nesta coluna anteontem) que é desumano que as famílias não tenham abrigo, sobretudo nos casos de crianças e idosos. No entanto, não sei o que, nos anos de outro governo, fizeram o Porta a Porta, o Causa Justa, a antiga Amnistia, o Dr. Prata Roque ou os agora ex-governantes, que não repararam na miséria e precariedade em que viviam essas famílias, empurradas para o lamaçal, os negócios imorais de assentamento de barracas com falta absoluta de condições – nessa altura, não se tratava de tragédia. A paisagem que violava direitos humanos estava lá, à vista, assente em estacas.
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