Não sei se se recordam daquela guitarra – ele foi um dos maiores no blues, género dentro do qual nasceu e a que emprestou uma vibração especial: aquelas canções de 1951 a 1956 – as que integram o primeiro grande disco, ‘Singin' the Blues’ – levavam um selo especial. B.B. King (1925-2015), filho de trabalhadores do algodão, nasceu nos campos do Mississipi, começou no ‘gospel’ da sua igreja, subiu aos poucos, amparado aqui e ali (Sinatra adorava-o, era um amor correspondido), mas desde 1949 que os ‘singles’ rodavam na rádio e o seu som (nas guitarras, manejou primeiro uma Fender, depois a Gibson) ficou quase definitivo depois de ‘3 O’Clock Blues’, que ainda hoje não esquecemos, ao lado de coisas tão díspares como “To Know You Is to Love You”, “You’re Losing Me”, “Chains and Thongs” ou os seus dois melhores duetos, com Van Morrison ou Eric Clapton. Passam hoje cem anos sobre o seu nascimento e merece ser ouvido. Imagino nos céus um quarteto com John Lee Hooker, Muddy Waters e Lightnin’ Hopkins. Que bela idade, B.B. King.
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