Há uma ironia nas edições de ‘To Kill a Mockinbird’ (1960), de Harper Lee. Há três versões: ‘Não Matem a Cotovia’ (Europa-América, 1964, e Círculo de Leitores, 1996), ‘Por Favor, Não Matem a Cotovia’ (Difel, 2004) e ‘Mataram a Cotovia’ (Relógio d’Água, 2012). No Brasil leva o título ‘O Sol É para Todos’. O livro, que ganhou o Pulitzer, é um clássico sobre injustiça racial, racismo, empatia, violência e o grande Sul americano (passa-se no Alabama, um estado entre a Georgia e o Louisiana) – e foi logo adaptado ao cinema com Gregory Peck no papel de Atticus Finch, o advogado branco que defende Tom Robinson, negro e acusado de violar um jovem branca. Harper Lee é a narradora do livro, Jean Louise, aliás 'Scout'. Trata-se do livro mais lido sobre violência racial nos EUA e um clássico contemporâneo difícil de esquecer (tal como a personagem Boo Radley. Harper, cujo centenário passa hoje (1926-1016), escreveu apenas esse livro, contos e ‘Vai e Põe uma Sentinela’, uma espécie de primeira versão do romance. É quanto basta.
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