Se fosse vivo, Roy Orbison (1936-1988) completaria 90 anos nesta sexta-feira. A sua história não é incomum e, pelo contrário, repete alguns lugares comuns das biografias de músicos do rock’n roll americano: subir a pulso, assinar contratos absurdos, gastar dinheiro ainda mais absurdamente, ter um “amor eterno” (Claudette, com quem casou), adultérios ou abuso de drogas – a lista é conhecida. Mas nem todos os músicos desses anos 50 e 60 compõem e cantam coisas como “Only the Lonely”, “Crying”, “Blue Angel”, “I’m Hurtin”, o dramatismo de “Running Scared”, “She’s a Mystery to Me”, “Oh, Pretty Woman” ou “Blue Bayou” (a minha preferida de todas, incluindo a versão deliciosa de Linda Ronstadt). Admirado por Johnny Cash, Dylan, Springsteen, os Beatles e os Stones, Roy Orbison pisou várias vezes as linhas do sucesso. Mas os tempos não eram do seu rock. Depois de uma década de silêncio, voltou nos anos 80 com os Traveling Wilburys, onde estavam Bob Dylan, Tom Petty ou George Harrison. Era absolutamente genial. Até hoje.
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Roy Orbison (1936-1988) completaria 90 anos esta sexta-feira.
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