Em conversa - por telefone - com um amigo algarvio, confidenciou-me que está à espera de meados de setembro para recuperar alguma paz. Compreendo-o, mas não exulto. Na semana passada conseguiu um bom lombo de atum rabilho e comeu-o à sombra de uma parreira. Fiquei corroído por aquela humaníssima inveja, tão indecorosa como compreensível e elegante. Imaginei-me sentado à mesa, os dois bifes (sou guloso) no prato, um bom vinho no copo, uma batata cozida e depois grelhada, um molho apropriado, e setembro pode vir à vontade.
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