Tive a sorte de nascer num lugar onde, cercados de vinhas, oliveiras e amendoeiras, desde crianças aprendíamos os nomes dos (cito de memória e desordenadamente) choupos ou álamos, faias, freixos, carvalhos-brancos, eucaliptos selvagens, sabugueiros, mimosas, sumagre (ainda havia!), amoreiras, liquidâmbares, figueiras, muita variedade de azinheiras, cedros e zimbros, araucárias-gigantes, castanheiros e acácias-do-monte. Estas eram as árvores da minha infância, e cujos nomes transportei como uma espécie de memória das sombras, caminhos, clareiras, valas, picos, ladeiras, ruídos, cores ou manchas de humidade da terra. E portanto, foram elas que, especialmente, tive a sorte de transportar pela vida fora como uma espécie de dicionário.
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