Quando entrou na Globo, a maior máquina de telenovelas do mundo, ele já tinha um passado na TV Tupi, em São Paulo – mas se não fosse ‘Dona Janete’, como Tony Ramos tratava Janete Clair, a mais louca das criadoras de novelas brasileiras, nunca seria o André Cajarana de ‘Pai Herói’ (1979) nem o Márcio Hayalla de ‘O Astro’ (dois anos antes, em 1977). Para quem acompanhou as primeiras dessas novelas na televisão portuguesa, André e Márcio, Cajarana e Hayalla, são referências que não se esquecem facilmente. Era a ficção daquele tempo – herdeira de ‘Gabriela’ (1975) e de ‘O Casarão’ (1976), duas novelas que fizeram parar o país inteiro, das nossas casas à Assembleia da República.
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