Agora que se fala na agenda do trabalho digno, temo dizer que, na PJ, há muito que nos habituámos à remuneração indigna do trabalho suplementar. Quer seja no valor do piquete (24 horas contínuas de trabalho) cujo valor-hora varia entre os 3,6 € (piquete de sábado para um Inspetor) e os 6,85 € (a um dia de semana), quer seja por mera realização do serviço de prevenção (todo o que é, de facto, realizado após o horário normal) e cujo pagamento pode ser calculado de formas distintas ou, até, nem ser pago de todo.
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Nem tudo ficou concluído por Luís Neves na PJ.
Modernização? Faltam materiais de sustento do trabalho diário.
A dignidade de quem desaparece exige especialização, rapidez e coordenação.
Boa governação não é apenas decidir, é decidir a tempo.
Os polícias sabem que a integridade física – e, em casos raros, a própria vida – entra na equação no cumprimento do dever.
Os tribunais continuam a funcionar como sempre: em calamidade permanente, à última da hora, sem estratégia e à custa de quem lá trabalha.
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