A guerra na Europa está longe de estar resolvida. A tomada intempestiva de Kiev e a imposição de um regime fantoche amigo de Moscovo não surtiu efeito. Quase quatro anos depois, a guerra continua. Os avanços russos em território ucraniano, ainda que pequenos, existem e delimitam a atual frente de batalha. Hoje assume-se na Europa, a trincheira de um confronto híbrido e sem tempo. O regresso de Donald Trump ao poder nos EUA, trouxe ao sistema internacional grandes complexidades e múltiplas incertezas. A posição dos EUA, também ela híbrida, em relação aos aliados europeus, colocaram a nu a fragilidade dos mesmos na área da segurança e defesa. A corrida aos armamentos é hoje uma realidade. Alemanha e Polónia assumem uma clara dianteira. Por seu lado, a ambição do poder chinês na região do Indo-Pacífico e a aliança China-Rússia-Coreia do Norte, aumentaram as preocupações de segurança dos seus vizinhos, em especial do Japão, Coreia do Sul e Taiwan. A ameaça das armas nucleares coexistem com a realidade. Recursos, soberania e novas formas de poder, definem os vetores estratégicos e os espaços de confrontação da ordem internacional. Quem se preocupa, por agora, com as Cimeiras do Clima?
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Tanto a Rússia como os EUA, precisam da Europa. E muito!
Estamos a viver um tempo internacional algo sombrio.
O modelo da Rússia expansionista e da Europa não são compagináveis.
O poder nunca tem tempo e está sempre à esquina de um 'like'.
Os desenvolvimentos da guerra na Ucrânia, podem estenderem-se a outros Estados vizinhos? Sim.
A União Europeia pelo projeto geopolítico que personifica é um alvo a atingir, não só pela Rússia, como pelos EUA.
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