O futebol é um antídoto contra a solidão – uma obra de arte, um espectáculo e um jogo (mais do que um desporto) feito para ser visto das bancadas. Anteontem, no estádio de um dos grande clubes portugueses, estas estavam quase vazias – e, em vez de público, havia som a fingir, uma coisa flibusteira. Não admira. O futebol transcende a fé no clube: há um tempo em que os adeptos já não se deixam enganar, nem pela má bola jogada, nem pelas manigâncias que mascaram o desastre moral em que anda metido o seu futebol, nem pela tentativa de ludibriar tudo e todos a benefício de um poder tentacular sobre o que devia ser um jogo maravilhoso. Esse tempo chegou.
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