António Guterres, tarde e a más horas, lá foi a Moscovo e a Kiev. Fazer o quê? Pouco, como lhe competia. Não por ser o eng. Guterres que todos conhecemos; mas porque o centro de poder da ONU não está no seu secretário-geral, muito menos na Assembleia. Está no Conselho de Segurança, onde a Rússia tem lugar permanente. Isso significa, em termos práticos, que qualquer sanção a Putin seria sempre bloqueada pelo seu representante (e também pela China).
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