Quando a gripe espanhola alastrou pelo mundo, li algures que o presidente americano Woodrow Wilson não perdeu um minuto com o assunto. Corrijo. Perdeu, sim: foi infectado pelo vírus em plena Conferência de Paz, em Paris, e recuperou. Eram tempos primitivos, admito. Mas também admito que, nas democracias mediáticas de hoje, sinto alguma repulsa pela figura de pai e babysitter em que se tornaram os líderes políticos.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
Ninguém pedia que a Europa marchasse com Israel e os EUA para o Irão.
Basta uma temporada longe do poder para que a desafinação se instale.
Pedro Passos Coelho quer reformas – e empurra o governo para os braços do Chega.
O PS já percebeu que pode esticar a corda sem risco e ameaça ‘rupturas’ dramáticas se não lhe reservarem um lugar no Tribunal Constitucional.
É só o fim das certezas fáceis.
Eis, finalmente, os três anos de estabilidade e diálogo que o Presidente Seguro tão generosamente nos prometeu.
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos