Quando a gripe espanhola alastrou pelo mundo, li algures que o presidente americano Woodrow Wilson não perdeu um minuto com o assunto. Corrijo. Perdeu, sim: foi infectado pelo vírus em plena Conferência de Paz, em Paris, e recuperou. Eram tempos primitivos, admito. Mas também admito que, nas democracias mediáticas de hoje, sinto alguma repulsa pela figura de pai e babysitter em que se tornaram os líderes políticos.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
Passos são, como sempre foram, longos, tormentosos e politicamente incertos.
A ‘geringonça’ salvou a carreira política de António Costa e exportou-o para Bruxelas.
Luís Montenegro segue esta escola. A ministra da Administração Interna, jurista respeitável, desempenhava desde o início um papel que não era o dela.
Já ficava feliz se o governo comunicasse com o país em português de gente.
A fúria da natureza não se verga perante cartões partidários.
Numa democracia madura, as eleições não são um incómodo a gerir, mas um dever a cumprir.
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos