É um dos grandes paradoxos do nosso tempo: somos assaltados regularmente pelas forças da contingência – sob a forma de uma pandemia ou de uma guerra que não estavam na agenda, por exemplo. Mas persiste ainda no homem ocidental a ideia absurda de que ele controla o seu destino até ao último detalhe.
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É só o fim das certezas fáceis.
Eis, finalmente, os três anos de estabilidade e diálogo que o Presidente Seguro tão generosamente nos prometeu.
O destino do conflito será decidido entre o impulso de parar já e a suspeita de que parar agora pode sair mais caro do que continuar.
O PS tem aqui uma oportunidade única para fazer prova de vida contra o governo.
A saída de Rita Rato da direcção do Museu do Aljube é a discussão errada. A discussão certa seria saber como foi que Rita Rato lá entrou.
Ainda teremos saudades da velha teocracia iraniana.
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