É um dos grandes paradoxos do nosso tempo: somos assaltados regularmente pelas forças da contingência – sob a forma de uma pandemia ou de uma guerra que não estavam na agenda, por exemplo. Mas persiste ainda no homem ocidental a ideia absurda de que ele controla o seu destino até ao último detalhe.
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Até chegarmos ao primeiro-ministro, capa e collants, a esvoaçar sobre um país em emergência permanente.
Aproveitar o embalo para crescer eleitoralmente e tentar ultrapassar os quase 2 milhões de votos que Montenegro obteve nas últimas legislativas.
O bully pode parecer imparável - até ao dia em que alguém o pára.
Não levo a sério estes defensores intermitentes da liberdade de expressão.
O apoio do centro-direita à sua vitória não está em causa.
Uso generalizado da IA estaria a transformar os alunos em ‘cretinos digitais’ e a corromper o ensino.
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