O que se passou em Portugal, com os lares de idosos, será um dia lembrado como um crime monstruoso. Mas o mesmo Estado que foi incapaz de somar 2 mais 2 (se o corona é letal para os mais velhos, protejam-se os mais velhos primeiro) é o mesmo que quer ter acesso aos telemóveis dos portugueses. Os telemóveis dos infectados e os telemóveis de todos aqueles com quem o leproso se cruzou. Pelo menos, António Costa falou no assunto e acrescentou que o anonimato será respeitado.
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Passos Coelho funciona hoje como um governo-sombra informal: não governa, mas lembra semanalmente que alguém poderia fazer o jeito.
Depois de duas escolhas desastradas, o futuro do governo também depende de acertar à terceira.
Desde Carlos I, em meados do século XVII, que um membro da família real não conhecia as agruras do cárcere.
José Luís Carneiro anda a escrever cartas ao primeiro-ministro com uma intensidade apaixonada.
Passos são, como sempre foram, longos, tormentosos e politicamente incertos.
A ‘geringonça’ salvou a carreira política de António Costa e exportou-o para Bruxelas.
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