A chamada de veteranos para disputarem a batalha eleitoral terá sido o primeiro sintoma. Adivinhou-se algo de estranho no Bloco de Esquerda, partido edificado a partir de reivindicações de jovens, comandado pela mais nova dos líderes e, além disso, mulher empenhada nas lutas sociais. O Bloco não conseguiu melhor que convocar um trio de fundadores para enfeitar o rol de candidatos à Assembleia da República. A seguir viu-se com o estilo gasto das campanhas, a correr mercados e feiras de antanho, a discrição à volta das listas sem novidade e a falta de jovens a puxar pelo entusiasmo das hostes que o afastamento dos mais novos da política atual não é problema de um partido nem de um país. Faz prova por todo o lado. Um inquérito sociológico recente, feito pelo Instituto Montaigne, em França, com base em mais de 8 mil entrevistas a jovens com 18 a 24 anos, revela que 43% não sabem onde se situar no leque direita-esquerda, seja por desconhecimento do que tal significa, por desinteresse ou simples rejeição. O número compara com 25% entre a geração anterior, dos pais, e 20% nos avós. Pelo contrário os que se identificam como de direita ou de esquerda são hoje apenas 36% nos jovens, mas 60% nos pais e 64% nos avós. Os jovens estão fora da política vigente.
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