Um dos maiores fracassos do anterior Governo foi a incapacidade para montar uma comemoração condigna dos 500 anos do nascimento do maior escritor português, Luís de Camões. Poder-se-ia ter passado o ano de 2024 com exposições pelo país sobre Camões, filmes, documentários, edições críticas dos ‘Lusíadas’, ensaios, etc., tudo bem apoiado pelo Ministério da Cultura. O vazio foi tal que nem jornais e televisões lhe dedicaram um bocadinho de espaço. A excepção foi o ‘Correio da Manhã’, graças ao Francisco José Viegas, que todas as semanas vai comentando a obra. Falta-me o engenho e arte para dissertar sobre o valor literário de Camões, mas a sua época foi importante por outros motivos que me são mais familiares.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
Esta Constituição tem várias coisas a recomendá-la.
Pelo que se consegue perceber, os EUA acreditaram tanto no êxito do Plano A que não previram Plano B.
Tal como na França do século XVII, tudo é bastante complicado. História do livro nem sequer acaba bem.
A oportunidade é má, mas Passos talvez não tenha outra.
É no comando das forças armadas que o presidente americano se torna o homem mais poderoso do mundo.
Trump ganhou porque os americanos estavam fartos de dogmatismos wokistas.
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos