A irrelevância a que estão a ser votadas as eleições do PSD tem várias explicações, indo do óbvio ao complexo. Começando pelo óbvio: a maioria absoluta do PS deixará o PSD numa posição secundária durante muito tempo. Por isso, ninguém vê os actuais concorrentes como potenciais primeiros-ministros. Mais facilmente se apostaria em quem não concorre, como Carlos Moedas, depois da CML.
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A oportunidade é má, mas Passos talvez não tenha outra.
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Trump ganhou porque os americanos estavam fartos de dogmatismos wokistas.
O próprio Seguro fez um discurso de vitória cheio de ambiguidades, oscilando entre promessas de cooperação institucional e uma atitude mandona, com cacetadas ao Governo sobre a gestão das tempestades
Depois da primeira volta, Seguro tornou-se também o candidato de grande parte da direita.
O PR vai ser fundamental para encaixar as mudanças no sistema, não para as exacerbar.
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