A irrelevância a que estão a ser votadas as eleições do PSD tem várias explicações, indo do óbvio ao complexo. Começando pelo óbvio: a maioria absoluta do PS deixará o PSD numa posição secundária durante muito tempo. Por isso, ninguém vê os actuais concorrentes como potenciais primeiros-ministros. Mais facilmente se apostaria em quem não concorre, como Carlos Moedas, depois da CML.
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Comentar coisas na televisão não é suficiente para cativar votantes. Não é Marcelo quem quer
Afinal a globalização serviu para a sobrevivência e reforço dos regimes autoritários.
Para o bem e para o mal, a política externa de Trump ameaça ser a mais consequente desde Wilson, Truman e Reagan.
Seria fundamental que Mendes e Seguro passassem à segunda volta. Não entusiasma? Pois, mas é o que temos.
O Presidente tem um poder discricionário fundamental, o qual é o de dissolver o parlamento.
A discrepância dos resultados sobre a adesão à greve é demasiado ridícula para merecer comentário.
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