Como se vai dizendo por aí, é evidente que ‘não se podem ignorar os resultados do Chega’ nas Eleições Legislativas. Com os votos que recolheu, não é possível continuar a vê-lo como um pária a ser tratado sobranceiramente pelo ‘sistema’. Mais difícil é perceber o que fazer com eles, até porque ninguém sabe bem o que levou tanta gente a votar no partido, exceto o sentimento difuso de que algo não está bem no estado das coisas. Não serão estas duas colunas de jornal a oferecer a solução mágica, mas talvez possam adiantar qualquer coisa.
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O PR vai ser fundamental para encaixar as mudanças no sistema, não para as exacerbar.
Presidente da República não é chefe de facção, mas um poder moderador; intervém para equilibrar mecanismos políticos.
Comentar coisas na televisão não é suficiente para cativar votantes. Não é Marcelo quem quer
Afinal a globalização serviu para a sobrevivência e reforço dos regimes autoritários.
Para o bem e para o mal, a política externa de Trump ameaça ser a mais consequente desde Wilson, Truman e Reagan.
Seria fundamental que Mendes e Seguro passassem à segunda volta. Não entusiasma? Pois, mas é o que temos.
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