São cada vez mais as vozes a falar de uma guerra civil iminente nos EUA. Algumas afirmam mesmo que ela já começou em versão de baixa intensidade. É evidente que uma tentativa de assassinato de um candidato presidencial e antigo presidente não faz uma guerra civil, mas não deixa de ser verdade que a incomunicabilidade política entre cidadãos americanos e o grau de irritabilidade à beira do colapso social tem crescido no país na última década. O próprio Donald Trump foi muito responsável por isso, nomeadamente no episódio do incitamento ao assalto ao Capitólio a 6 de Janeiro de 2021. Mas já em 2016 os Democratas e jornalistas próximos deles tinham dado o seu contributo ao construírem uma imagem de Trump presidente como se de uma espécie de candidato da Manchúria se tratasse, manipulado pela Rússia em eleições falsificadas para instaurar o fascismo nos EUA. Foi mesmo essa narrativa a facilitar a devolução do argumento da fraude eleitoral por Trump em 2020.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
O PR vai ser fundamental para encaixar as mudanças no sistema, não para as exacerbar.
Presidente da República não é chefe de facção, mas um poder moderador; intervém para equilibrar mecanismos políticos.
Comentar coisas na televisão não é suficiente para cativar votantes. Não é Marcelo quem quer
Afinal a globalização serviu para a sobrevivência e reforço dos regimes autoritários.
Para o bem e para o mal, a política externa de Trump ameaça ser a mais consequente desde Wilson, Truman e Reagan.
Seria fundamental que Mendes e Seguro passassem à segunda volta. Não entusiasma? Pois, mas é o que temos.
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos