O voto a favor do PSD a um relatório que diz que a resolução do BES em 2014 representou “uma fraude política” do governo de então, liderado por Pedro Passos Coelho, não é um tiro, é uma autêntica bazucada no próprio pé. Para quem não se recorda (e Rui Rio e alguns dos seus deputados-funcionários parecem não se recordar, mesmo tendo alguns deles estado na primeira comissão de inquérito ao BES), a extinção daquele banco aconteceu porque houve um primeiro-ministro que teve a coragem de dizer “não” a Ricardo Salgado.Posso concluir que se Rui Rio estivesse na posição de Passos Coelho, não teria tido coragem para acabar com Salgado como o Dono Disto Tudo. Vergava-se.
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A estratégia delineada no PTRR é inatacável.
Será uma tarefa longa, demorada, como já se percebeu.
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