A discussão sobre a imigração está transformada numa sucessão de argumentos sobretudo performativos, embora merecesse ser tratada com mais complexidade. A performance dos simpatizantes das ideias anti-imigração do Chega consiste em queixarem-se da invasão de Portugal por estrangeiros, que destruiriam a vida, cultura e religião do país. Ora, essas pessoas deveriam entender que são elas (mais o resto dos portugueses) as responsáveis pela vinda dos estrangeiros para Portugal. Os imigrantes vêm porque os portugueses que cá residem não se reproduzem em número suficiente para manterem a força de trabalho necessária à economia. Portanto, essas pessoas, se não querem mais imigrantes, têm duas alternativas: ou aceitam um abrandamento da economia que deixe “Portugal aos portugueses”, ou têm mais filhos. Ambas as coisas custam. Estão elas conscientes do custo das suas opiniões?
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Esta Constituição tem várias coisas a recomendá-la.
Pelo que se consegue perceber, os EUA acreditaram tanto no êxito do Plano A que não previram Plano B.
Tal como na França do século XVII, tudo é bastante complicado. História do livro nem sequer acaba bem.
A oportunidade é má, mas Passos talvez não tenha outra.
É no comando das forças armadas que o presidente americano se torna o homem mais poderoso do mundo.
Trump ganhou porque os americanos estavam fartos de dogmatismos wokistas.
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