Passaram anteontem dois anos sobre o início da Guerra da Ucrânia e os europeus preparam-se, como mostra a nossa campanha eleitoral, para ignorar a possibilidade de uma vitória russa. Na sua monotonia estratégica, lá nos confins da Europa, a guerra é hoje um ruído de fundo a que as opiniões públicas ocidentais não ligam, o que explica a sua ausência do debate eleitoral português. No entanto, será talvez o assunto mais decisivo para o futuro de todos os europeus, por várias razões.
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Tal como na França do século XVII, tudo é bastante complicado. História do livro nem sequer acaba bem.
A oportunidade é má, mas Passos talvez não tenha outra.
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