Passaram anteontem dois anos sobre o início da Guerra da Ucrânia e os europeus preparam-se, como mostra a nossa campanha eleitoral, para ignorar a possibilidade de uma vitória russa. Na sua monotonia estratégica, lá nos confins da Europa, a guerra é hoje um ruído de fundo a que as opiniões públicas ocidentais não ligam, o que explica a sua ausência do debate eleitoral português. No entanto, será talvez o assunto mais decisivo para o futuro de todos os europeus, por várias razões.
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Afinal a globalização serviu para a sobrevivência e reforço dos regimes autoritários.
Para o bem e para o mal, a política externa de Trump ameaça ser a mais consequente desde Wilson, Truman e Reagan.
Seria fundamental que Mendes e Seguro passassem à segunda volta. Não entusiasma? Pois, mas é o que temos.
O Presidente tem um poder discricionário fundamental, o qual é o de dissolver o parlamento.
A discrepância dos resultados sobre a adesão à greve é demasiado ridícula para merecer comentário.
A Europa precisa de moderar sonhos que não é capaz de realizar sozinha.
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